DECISÃO Trata-se de Habeas Corpus com pedido de liminar impetrado em favor de ERISMAR SOUZA DE LIMA, J… — HC HC 1065407
Análise documental baseada na ementa oficial do Superior Tribunal de Justiça, organizada para consulta e compreensão do precedente.
Comentário editorial
Nesta leitura jurisprudencial, a decisão é situada por classe, competência e órgão julgador. O registro corresponde a HC, apreciado por Decisão terminativa ou acórdão publicado no Diário da Justiça, sob relatoria de HERMAN BENJAMIN. Esses elementos ajudam a avaliar o alcance processual do pronunciamento.
O precedente deve ser confrontado com a moldura fática, a questão jurídica decidida, eventuais requisitos de admissibilidade e a legislação mencionada. Os destaques abaixo funcionam como mapa de leitura da ementa, não como substituto do inteiro teor ou de pesquisa sobre decisões posteriores.
Pontos centrais da ementa
- DECISÃO Trata-se de Habeas Corpus com pedido de liminar impetrado em favor de ERISMAR SOUZA DE LIMA, JOSE VAGNER SILVA DE SOUZA, FRANCISCO MARISON MONTEIRO DE AMORIM, FABIANO RODRIGUES DE OLIVEIRA e THIAGO FERREIRA LIMA, no qual se aponta como autoridade coatora Desembargadora do TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO AMAZONAS.
- Consta dos autos que os pacientes tiveram a prisão preventiva decretada pela suposta prática dos delitos previstos nos arts.
- O impetrante alega cerceamento de defesa e argumenta que não foi assegurado o acesso à decisão na qual foram determinadas as prisões preventivas nem aos autos do Inquérito Policial n.
- 0600608-25.2024.8.04.4300, mantidos em sigilo, apesar de reiteradas solicitações administrativas e judiciais.
Resultado indicado
Agravo regimental desprovido. (AgRg no HC n.
Tese jurídica registrada
Denegado o Habeas Corpus de #{nome_da_parte} #{campo_livre_final} — Negando
Tema
4355
Ementa oficial
DECISÃO
Trata-se de Habeas Corpus com pedido de liminar impetrado em favor de ERISMAR SOUZA DE LIMA, JOSE VAGNER SILVA DE SOUZA, FRANCISCO MARISON MONTEIRO DE AMORIM, FABIANO RODRIGUES DE OLIVEIRA e THIAGO FERREIRA LIMA, no qual se aponta como autoridade coatora Desembargadora do TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO AMAZONAS.
Consta dos autos que os pacientes tiveram a prisão preventiva decretada pela suposta prática dos delitos previstos nos arts. 33, caput, e 35, caput, da Lei n. 11.343/2006.
O impetrante alega cerceamento de defesa e argumenta que não foi assegurado o acesso à decisão na qual foram determinadas as prisões preventivas nem aos autos do Inquérito Policial n. 0600608-25.2024.8.04.4300, mantidos em sigilo, apesar de reiteradas solicitações administrativas e judiciais.
Afirma ter sido descumprida a ordem liminar concedida no Mandado de Segurança Criminal n. 0624459-21.2025.8.04.9001 para franquear acesso aos elementos já documentados, o que inviabiliza o exercício efetivo do contraditório e da ampla defesa e contrariaria a Súmula Vinculante 14 e o art. 7º, XIV, da Lei n. 8.906/1994.
Sustenta que a autoridade apontada como coatora indeferiu a impetração na origem sob o fundamento de ausência de prova pré-constituída do não acesso, o que colide com as evidências apresentadas e com a própria ordem concedida no Mandado De Segurança correlato.
Requer, liminarmente, a suspensão do processo e a concessão de liberdade aos pacientes. No mérito, pugna pela concessão da ordem para que seja reconhecida a nulidade por cerceamento de defesa e determinado o acesso aos autos do Inquérito Policial n. 0600608-25.2024.8.04.4300.
É o relatório.
Decido.
O writ não merece prosseguir.
A decisão combatida foi proferida monocraticamente pela Desembargadora relatora na origem. Não há, pois, deliberação colegiada sobre a matéria trazida na presente impetração, o que inviabiliza o seu conhecimento pelo Superior Tribunal de Justiça
Confira-se, a propósito:
AGRAVO REGIMENTAL NO HABEAS CORPUS. TRÁFICO DE ENTORPECENTES. DOSIMETRIA. AÇÃO CONSTITUCIONAL CONTRA DECISÃO MONOCRÁTICA DE DESEMBARGADOR RELATOR. INCOMPETÊNCIA DO STJ. IMPETRAÇÃO SUBSTITUTIVA DE REVISÃO CRIMINAL. CONDENAÇÃO TRANSITADA EM JULGADO. INADMISSIBILIDADE. INCOMPETÊNCIA DO STJ. AGRAVO REGIMENTAL DESPROVIDO.
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2. O habeas corpus investe contra decisão singular de Desembargador relator do Tribunal de origem, a qual não foi recorrida por agravo interno/regimental. Assim, ausente o exaurimento da instância ordinária, impõe-se o não conhecimento da ação mandamental, pois o Superior Tribunal de Justiça não é competente para processar e julgar writ sem o devido exaurimento da jurisdição na instância antecedente.
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4. Agravo regimental desprovido.
(AgRg no HC n. 903.069/SP, relator Ministro Jesuíno Rissato (Desembargador Convocado do TJDFT), Sexta Turma, julgado em 24/6/2024, DJe de 26/6/2024; grifos acrescidos.)
Ante o exposto, com fundamento no art. 21, XIII, c, c/c o art. 210, ambos do RISTJ, indefiro liminarmente este Habeas Corpus.
Cientifique-se o Ministério Público Federal.
Publique-se.
Intimem-se.
EMENTA
Fonte e transparência
Conteúdo documental proveniente do conjunto oficial de dados abertos do STJ. Consulte também a pesquisa de jurisprudência do STJ e o arquivo oficial de origem deste registro.
Aviso: este material tem finalidade informativa e documental. Não constitui parecer jurídico nem garante aplicação do entendimento a outro processo.