DECISÃO Trata-se de agravo interposto por RODRIGO BINDO PARANHOS contra a decisão do TRIBUNAL DE JUSTI… — AREsp AREsp 2993827
Análise documental baseada na ementa oficial do Superior Tribunal de Justiça, organizada para consulta e compreensão do precedente.
Comentário editorial
Nesta leitura jurisprudencial, a decisão é situada por classe, competência e órgão julgador. O registro corresponde a AREsp, apreciado por Decisão terminativa ou acórdão publicado no Diário da Justiça, sob relatoria de SEBASTIÃO REIS JÚNIOR. Esses elementos ajudam a avaliar o alcance processual do pronunciamento.
O precedente deve ser confrontado com a moldura fática, a questão jurídica decidida, eventuais requisitos de admissibilidade e a legislação mencionada. Os destaques abaixo funcionam como mapa de leitura da ementa, não como substituto do inteiro teor ou de pesquisa sobre decisões posteriores.
Pontos centrais da ementa
- DECISÃO Trata-se de agravo interposto por RODRIGO BINDO PARANHOS contra a decisão do TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO PARANÁ que inadmitiu recurso especial dirigido contra os acórdãos prolatados na Apelação Criminal n.
- 0029144-72.2022.8.16.0019 e nos Embargos de Declaração n.
- O Ministério Público Federal opinou pelo não conhecimento do recurso (fls.
- O Tribunal de origem não admitiu o apelo nobre pelos seguintes fundamentos: a) incidência da Súmula 284/STF, por deficiência na demonstração da divergência jurisprudencial; b) incidência da Súmula 7/STJ, pois a análise da pretensão absolutória demandaria reexame de provas; e c) incidência da Súmula 283/STF, pela ausência de impugnação de fundamento suficiente do acórdão.
Resultado indicado
Agravo em recurso especial não conhecido.
Tese jurídica registrada
Não conhecido o recurso de #{nome_da_parte} #{campo_livre_final} — Não Conhecendo
Tema
3632
Ementa oficial
DECISÃO
Trata-se de agravo interposto por RODRIGO BINDO PARANHOS contra a decisão do TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO PARANÁ que inadmitiu recurso especial dirigido contra os acórdãos prolatados na Apelação Criminal n. 0029144-72.2022.8.16.0019 e nos Embargos de Declaração n. 0005293-96.2025.8.16.0019 (fls. 379/384 e 419/424).
O Ministério Público Federal opinou pelo não conhecimento do recurso (fls. 526/529).
É o relatório.
O Tribunal de origem não admitiu o apelo nobre pelos seguintes fundamentos: a) incidência da Súmula 284/STF, por deficiência na demonstração da divergência jurisprudencial; b) incidência da Súmula 7/STJ, pois a análise da pretensão absolutória demandaria reexame de provas; e c) incidência da Súmula 283/STF, pela ausência de impugnação de fundamento suficiente do acórdão.
Todavia, a parte agravante, nas razões do agravo em recurso especial, não impugnou, de maneira específica, nenhum dos fundamentos constantes da decisão agravada. Em vez disso, limitou-se a reiterar as teses de méri to do recurso especial, sem demonstrar o desacerto na aplicação das Súmulas 7/STJ, 283/STF e 284/STF.
Por conseguinte, aplica-se, à hipótese dos autos, o art. 932, III, do Código de Processo Civil, c/c o art. 3º do Código de Processo Penal, e a Súmula 182 do Superior Tribunal de Justiça, in verbis: é inviável o agravo do art. 545 do CPC que deixa de atacar especificamente os fundamentos da decisão agravada.
Ilustrativamente: AgRg no AREsp n. 2.068.764/SP, Ministro João Otávio de Noronha, Quinta Turma, DJe 12/9/2022.
Ante o exposto, não conheço do agravo em recurso especial.
Publique-se.
EMENTA
AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL. IMPUGNAÇÃO DEFICIENTE. RECURSO QUE NÃO INFIRMA ESPECIFICAMENTE OS FUNDAMENTOS DA DECISÃO AGRAVADA. INCIDÊNCIA DA SÚMULA 182/STJ.
Agravo em recurso especial não conhecido.
Fonte e transparência
Conteúdo documental proveniente do conjunto oficial de dados abertos do STJ. Consulte também a pesquisa de jurisprudência do STJ e o arquivo oficial de origem deste registro.
Aviso: este material tem finalidade informativa e documental. Não constitui parecer jurídico nem garante aplicação do entendimento a outro processo.